O Pé-de-Meia é um programa do Governo Lula que ajuda milhares de jovens a permanecer na escola e concluir o ensino médio. Criado em 2024, o programa oferece incentivo financeiro aos estudantes de baixa renda matriculados no ensino médio público, contribuindo para combater a evasão escolar e reduzir as desigualdades sociais.
O programa funciona como uma poupança para o estudante. No ensino médio regular, são R$ 200 pela matrícula e R$ 200 por mês de frequência, desde que o estudante mantenha pelo menos 80% de presença nas aulas. Ao concluir cada ano letivo com aprovação, o estudante recebe R$ 1.000 em sua poupança, valor que pode ser retirado após a conclusão do ensino médio. Há ainda R$ 200 pela participação no Enem, conforme as regras do programa. Somados, os incentivos podem chegar a R$ 9.200 por estudante.
Mais do que uma ajuda financeira, o Pé-de-Meia é uma política pública que reconhece uma realidade: para muitos jovens brasileiros, as dificuldades econômicas podem significar a necessidade de abandonar os estudos para trabalhar. Ao criar uma renda de incentivo vinculada à permanência e à conclusão escolar, o programa ajuda a abrir caminho para que esses jovens possam continuar estudando, concluir o ensino médio e buscar novas oportunidades.
O programa atende estudantes de baixa renda das redes públicas que estejam dentro dos critérios estabelecidos e pertençam a famílias inscritas no CadÚnico. Também contempla estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), de acordo com as regras específicas.
O Pé-de-Meia mostra que investir na juventude é investir no futuro do Brasil. É educação, inclusão social e oportunidade para que mais jovens possam sonhar, estudar e construir seu próprio caminho.
É por políticas públicas que colocam as pessoas no centro que defendemos a continuidade de um projeto de Brasil que cuida da educação, combate a desigualdade e amplia oportunidades para todos.
O Bolsa Família foi criado em 2003, durante o primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, e se tornou uma das principais políticas brasileiras de transferência de renda. Em 2021, o programa foi substituído pelo Auxílio Brasil. Em 2023, já no terceiro governo Lula, o Bolsa Família foi recriado pela Lei nº 14.601, substituindo novamente o Auxílio Brasil.
A reformulação de 2023 mudou a estrutura do programa: passou a considerar de forma mais ampla a composição das famílias, com benefícios adicionais para crianças pequenas, gestantes e crianças e adolescentes, além de estabelecer mecanismos de proteção para famílias que aumentam sua renda.
Em 2023, o programa atendeu, em média, 21,3 milhões de famílias, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. A legislação estabelece como objetivos combater a fome, reduzir a pobreza e contribuir para interromper o ciclo de pobreza entre gerações, articulando transferência de renda com acesso a direitos como saúde e educação.
A trajetória do Bolsa Família mostra, portanto, diferentes fases de uma política pública que passou pela criação, substituição e posterior recriação. Mais do que o nome de um programa, essa história revela a importância das políticas de transferência de renda para a proteção social de milhões de brasileiros.